sexta-feira, 19 de fevereiro de 2021
Artigo da profa. Andréa sobre o PIBID também foi publicado em 2021
Artigo sobre experiências PIBID 2018-202 foi publicado- 2021
segunda-feira, 25 de janeiro de 2021
Relatório Diagnóstico entregue à Coodenação
Enfim após muito trabalho, conseguimos concluir o Relatório Diagnóstico das 3 escolas em que trabalhamos no PIBID.
Agradecemos a colaboração das professoras supervisoras e de todos que contribuíram.
O relatório foi enviado por e-mail à Coordenação e também está no Google Drive, no link:
quarta-feira, 20 de janeiro de 2021
Diário Reflexivo - 4a reunião - 13 jan 2021
A
4ª reunião do PIBID foi dedicada à apresentação pelos bolsistas/colaboradores das
resenhas do Filho de Mil Homens – Valter Hugo Mae. Nós, coordenadores,
estávamos um tanto ansiosos. Em silencio, preocupávamos em como seria a
resposta dos nossos bolsistas a um desafio como esse. As apresentações
realizadas nos mostraram trabalhos de qualidade. Cinco apresentações e cinco
diferentes maneiras de interação com a obra literária. Vimos o quanto vale a
pena dar voz ao nosso aluno e confiar na sua capacidade de criação e de
experiência não apenas no uso com a língua portuguesa, mas também com as outras
linguagens. Ficamos muito felizes e animados para o trabalho futuro no PIBID.
Na próxima semana ainda teremos mais inscritos.
Diário Reflexivo - 3a. Reunião - 9 dez 2020
Em nosso terceiro encontro de formação
ocorrido em 09/12/2020 – 4ª. feira, iniciamos uma discussão sobre concepções de
língua/linguagem que vai estar presente ao longo de todo nosso trabalho no
PIBID. A reunião se iniciou a partir da apresentação do objetivo que pautou a
discussão, a saber: (Re) conhecer que o trabalho com leitura e escrita no EF na
perspectiva dos letramentos ocorre a partir de uma articulação de
saberes envolvendo uma inter e transdisciplinaridade. Dois trechos da obra de
Faraco (2008) serviram de base para essa primeira conversa teórica:
[a língua]... realidade intrinsecamente heterogênea. (FARACO, 2008, p.33)
Por isso é que tendemos a dizer hoje, nos estudos científicos da linguagem verbal, que uma língua é uma entidade cultural e política e não propriamente uma entidade linguística. Ou seja,: não há uma definição de língua por critérios puramente linguísticos, mas fundamentalmente por critérios políticos e culturais. (FARACO, 2008, p.34)
A discussão desencadeada a partir dos
textos lidos apontou para a novidade do tema e nos mostrou o quanto todos somos
negativamente afetados por um projeto dominante de Estado que visa distanciar
os seus cidadãos do direito pleno de construir ela educação de qualidade uma
relação mais próxima com a sua própria língua.
Diárion Reflexivo- 2a Reunião- 25 nov 2020
A participação da Professora Ma. Verônica
Maria Silva dos Santos mostrou duas realidades importantes que podem
contribuir para nosso trabalho no PIBID.
Uma primeira realidade aparece nas linhas e nas
entrelinhas da sua fala e mostram o cenário crítico que, no geral, as escolas
estão enfrentando ao se engajarem na modalidade remota de ensino: dificuldades
de conexão e de acesso aos dispositivos adequados à modalidade remota
(problemas de natureza socioeconômica dos alunos e professores); dificuldades
dos alunos que vêm da zona rural; despreparo pedagógico, problemas de gestão,
entre outros. A palestrante situa seu trabalho na escola em Coruripe dentro
desse contexto de dificuldades. Ela, porém, nos apresenta uma segunda
realidade. Nessa segunda, deparamo-nos com a atitude responsiva dela, como
professora, e da escola, como instituição, comprometidos lidando com a situação
nova da pandemia. Não são atitudes passivas; ao contrário: o que podemos fazer
para trazer soluções? Para aliviar a tensão? A escola tem até usado a bicicleta
como meio de transporte para alcançar alunos que vivem em lugares mais
afastados.
Nesse “novo” cenário de aulas remotas, vêm a
proposta pedagógica da professora. Ela mostrou uma metonímia do trabalho que
foi feito e pudemos ver vários tipos de produções: as que deram certo, e outras
que nem tanto. O que chama a atenção é o que está nos bastidores do produto
final de cada proposta. Não se trata de regras de gêneros de texto, mas de uma
concepção de língua/linguagem, de ser humano, de ser humano no contexto de
pandemia; de abordagem teórico-metodológica para o trabalho com os letramentos
e assim por diante. Esse é o ponto central que está na base das produções.
Vale ressaltar a discussão desencadeada sobre
que tipo de “texto”, suporte digital”, “rede social” usar. Refletimos que não
se trata de escolher os que estão na “moda”; porque o que está na “moda” está
posto por critérios não científicos. Os critérios da “moda” são de outra ordem
e normalmente são de interesses econômicos. Temos que olhar para a natureza de
cada suporte dentro do fluxo da comunicação e sempre a partir da crítica
científica.
Por fim, também foi interessante reparar nos
comentários avaliativos e nas perguntas realizadas pelos nossos supervisores,
bolsistas e convidados. Quando a proposta é boa, o envolvimento é bom. Está aí
um bom termômetro para nossas aulas.
Palestra profa. Magda Soares- 23 março- Alfabetização e Letramento
Nós convidamos os pibidianos a participar, no dia 23 de março de 2021, de uma palestra da professora Magda Soares. A participação nessa pa...
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Pessoal, O artigo escrito pela professora Andréa Pereira com reflexões sobre o ingresso na prática docente realizada no âmbito do PIBID 2018...