quarta-feira, 31 de março de 2021

Palestra profa. Magda Soares- 23 março- Alfabetização e Letramento

  Nós convidamos os pibidianos a participar, no dia 23 de março de 2021, de uma palestra da professora Magda Soares.

A participação nessa palestra é importante para eles, pois aborda um tema central em nossa proposta do PIBID - Letramento, ainda que nossas concepções sejam, em algumas partes, diferentes das delas.

Quem não viu ou quer rever, podem acessar o link: https://www.youtube.com/watch?v=UnkEuHpxJPs&ab_channel=Abralin 




Reunião de 31 de março

  Bom dia.

Último dia do mês de março é marcado com uma reunião nossa do PIBID.

Nessa reunião falaremos sobre o início das aulas nas 3 escolas e sobre as ocorrências em cada uma delas.

Isso é importante porque trata-se do primeiro contato dos pibidianos com as escolas e com as salas de aula virtualmente falando.

Vamos ouvir suas experiências e as das supervisoras também.

Outro item da pauta são esclarecimentos sobre a importâncias dos blogs reflexivos bem-feitos e em dia;

A seleção quinzenal das supervisoras, das postagens que merecem destaque para serem colocadas no Blogão;

Discutiremos os conteúdos e as propostas metodológicas (pedagógicas) das supervisoras em cima do material preparado por elas durante a semana de planejamento pedagógico;

Discutiremos nossas formas de intervenção e de ação nas 3 escolas.

Assistiremos a um vídeo sobre Letramento da professora Jaqueline Barbosa, da Unicamp também!!

Vejam o vídeo! Profa. Jaqueline Barbosa


Após a reunião faremos outra postagem atualizando o que foi conversado.



segunda-feira, 29 de março de 2021

Atualizando nossas reflexões

 Março tem sido um mês agitado: início das aulas remotas nas escolas estaduais e municipais e trabalho de interação dos bolsistas nas escolas, virtualmente.

No dia 17 de março as supervisoras apresentaram seus primeiros planos de atividades. Esses planos foram elaborados durante suas reuniões de planejamento.

Nós todos fizemos comentários e as supervisoras agendaram reuniões nas semanas seguintes, com seus bolsistas,  para discutir com mais detalhes sobre os planejamentos.

No dia 24 de março, não tivemos uma reunião geral com todos, pois houve uma palestra da professora Suzana e ainda uma outra sobre letramento com a profa, Magda Soares.

Assim, enquanto os bolsistas participavam desses eventos, nós nos reunimos com as 3 supervisoras para explicar detalhadamente a elaboração dos planos de trabalho individuais delas e dos bolsistas, assim como delineamos como iremos interagir com elas para a implementação das propostas do PIBID também.

Enfim, está sendo um mês agitado e importante, pois agora, de fato, os bolsistas estão fazendo sua estreia no mundo escolar, mas não mais como alunos.

quarta-feira, 10 de março de 2021

Lembretes sobre importância dos diários reflexivos

 Pessoal,  

Gostaria de lembrar a todos sobre a importância dos diários reflexivos.

Primeiro, alerto bolsistas e professoras supervisoras que para cada semana, desde o início oficial do PIBID, que foi em 16 de novembro de 2020, é necessário uma reflexão, uma postagem.

Contamos assim: 

18/11 - Primeira reunião com Supervisoras

25/11 - Primeira reunião com todos do PIBID, com a Aula Magna.

Consultando o calendário, temos, a partir de 25 de novembro de 2020, 

2 dezembro 

6 dezembro

13 dezembro 

20 dezembro

6 janeiro

13 janeiro

20 janeiro

27 janeiro

3 fevereiro

10 fevereiro

17 fevereiro

24 fevereiro

3 março 

10 março até agora

Somamos 15 semanas, portanto os Blogs de todos vocês devem ter, no mínimo, 15 postagens cos os MARCADORES devidamente acrescentados, para que vocês, as supervisoras, nós, a coordenação e a Capes possam identificar clara e facilmente nas prestações de contas de vocês.

Lembramos que essas são obrigações de contrato e que, portanto, estão atreladas ao pagamento das bolsas.

Obrigado

terça-feira, 2 de março de 2021

PIBID OLODUM

 Gente, 

Nosso PIBID está como a Alegria Geral, do Olodum

Olodum tá hippie, Olodum tá pop
Olodum tá reggae, Olodum tá rock
O Olodum pirou de vez
Olodum tá hippie, Olodum tá pop.

Nós também estamos tudo.

Depois de duas atividades aos alunos bolsistas: assistir ao filme Xingu, para reflexões sobre o método etnográfico; ler um dos dois livros que indicamos para leitura.

As professoras supervisoras também tiveram tarefa no período natalino: ler um material sobre Educação e Tecnologia preparado por nós e nos enviar algumas reflexões sobre os temas do material.

Na quarta feira, dia 24/2, em nosso encontro de formação, foram discutidas as reflexões dos bolsistas e a professora Andréa complementou a aula com um reforço (com slides) dos tópicos principais sobre pesquisa etnográfica.




sexta-feira, 19 de fevereiro de 2021

Artigo da profa. Andréa sobre o PIBID também foi publicado em 2021

Pessoal,

O artigo escrito pela professora Andréa Pereira com reflexões sobre o ingresso na prática docente realizada no âmbito do PIBID 2018-2020 também foi publicado este ano.

Assim como aconteceu com o artigo sobre Pedagogia Transmídia (vide post anterior), o dela realizado com a colaboração de dois alunos,  não pôde ser publicado no livro coletivo do PIBID e ela o submeteu ao Periódico B2 da Universidade Estadual do Ceará - UECE - e depois de passar pela aprovação editorial foi aprovado e publicado.

O artigo chama-se: O Ingresso nas Práticas Docentes dos Letramentos Sociais e pode ser lido e baixado no link do periódico abaixo:

                      Linguagem em Foco v. 12 n.3 (2020)

 



Capa do nosso artigo publciado sobre Pedagogia Transmídia

Artigo sobre experiências PIBID 2018-202 foi publicado- 2021

Pessoal,
Gostaria de compartilhar com vocês o link de um artigo escrito em coautoria com duas pibidianas da edição PIBID 2018-2020.

O artigo foi escrito para ser publicado num livro, junto com outros trabalhos de pibidianos mas, infelizmente, não foi possível naquela oportunidade.

O trabalho foi, então, submetido à Editora Bordô-Grená, da Bahia, em setembro de 2020 e após avaliação da Equipe Editorial e algumas revisões, foi publicado no livro:

O Trabalho com Textos Multissemióticos em Sala de Aula: perspectivas metodológicas, organizado pelas professoras: Helena Maria Ferreira, Jaciluz Dias e Teciene Cassia de Souza.

O título do artigo escrito pelas pibidianas Daniela Ferreira da Silva, Thalyta Vasconcelos de Siqueira e por mim fala sobre a utilização de uma pedagogia para o ensino de Língua Portuguesa desenvolvida pelos coordenadores do PIBID- 2018-2020 de Língua Portuguesa- Maceió, Andréa da Silva Pereira e Luiz Fernando Gomes que serviu de base teórica para nossa ações no Pibid.

O título do nosso artigo é: Pedagogia Transmídia: reflexões sobre uma proposta de leitura literária dentro da cultura da convergência.

O link para ler e baixar o e-book gratuito e o nosso artigo está acima, no título do livro.

segunda-feira, 25 de janeiro de 2021

Relatório Diagnóstico entregue à Coodenação

 Enfim após muito trabalho, conseguimos concluir o Relatório Diagnóstico das 3 escolas em que trabalhamos no PIBID.

Agradecemos a colaboração das professoras supervisoras e de todos que contribuíram.

O relatório foi enviado por e-mail à Coordenação e também está no Google Drive, no link: 

Drive com documentos PIBID 2020-22

quarta-feira, 20 de janeiro de 2021

Diário Reflexivo - 4a reunião - 13 jan 2021

 

A 4ª reunião do PIBID foi dedicada à apresentação pelos bolsistas/colaboradores das resenhas do Filho de Mil Homens – Valter Hugo Mae. Nós, coordenadores, estávamos um tanto ansiosos. Em silencio, preocupávamos em como seria a resposta dos nossos bolsistas a um desafio como esse. As apresentações realizadas nos mostraram trabalhos de qualidade. Cinco apresentações e cinco diferentes maneiras de interação com a obra literária. Vimos o quanto vale a pena dar voz ao nosso aluno e confiar na sua capacidade de criação e de experiência não apenas no uso com a língua portuguesa, mas também com as outras linguagens. Ficamos muito felizes e animados para o trabalho futuro no PIBID. Na próxima semana ainda teremos mais inscritos.

Diário Reflexivo - 3a. Reunião - 9 dez 2020

 

Em nosso terceiro encontro de formação ocorrido em 09/12/2020 – 4ª. feira, iniciamos uma discussão sobre concepções de língua/linguagem que vai estar presente ao longo de todo nosso trabalho no PIBID. A reunião se iniciou a partir da apresentação do objetivo que pautou a discussão, a saber: (Re) conhecer que o trabalho com leitura e escrita no EF na perspectiva dos letramentos ocorre a partir de uma articulação de saberes envolvendo uma inter e transdisciplinaridade. Dois trechos da obra de Faraco (2008) serviram de base para essa primeira conversa teórica:

 

[a língua]... realidade intrinsecamente heterogênea. (FARACO, 2008, p.33) 

Por isso é que tendemos a dizer hoje, nos estudos científicos da linguagem verbal, que uma língua é uma entidade cultural e política e não propriamente uma entidade linguística. Ou seja,: não há uma definição de língua por critérios puramente linguísticos, mas fundamentalmente por critérios políticos e culturais. (FARACO, 2008, p.34) 

          A discussão desencadeada a partir dos textos lidos apontou para a novidade do tema e nos mostrou o quanto todos somos negativamente afetados por um projeto dominante de Estado que visa distanciar os seus cidadãos do direito pleno de construir ela educação de qualidade uma relação mais próxima com a sua própria língua.

 FARACO, Carlos Alberto. Norma Culta Brasileira: desatando alguns nós. São Paulo: Parábola Editorial, 2008.

Diárion Reflexivo- 2a Reunião- 25 nov 2020

 

A participação da Professora Ma. Verônica Maria Silva dos Santos mostrou duas realidades importantes que podem contribuir para nosso trabalho no PIBID.

 

Uma primeira realidade aparece nas linhas e nas entrelinhas da  sua fala e mostram  o cenário crítico que, no geral, as escolas estão enfrentando ao se engajarem na modalidade remota de ensino: dificuldades de conexão e de acesso aos dispositivos adequados à modalidade remota (problemas de natureza socioeconômica dos alunos e professores); dificuldades dos alunos que vêm da zona rural; despreparo pedagógico, problemas de gestão, entre outros. A palestrante situa seu trabalho na escola em Coruripe dentro desse contexto de dificuldades. Ela, porém, nos apresenta uma segunda realidade. Nessa segunda, deparamo-nos com a atitude responsiva dela, como professora, e da escola, como instituição, comprometidos lidando com a situação nova da pandemia. Não são atitudes passivas; ao contrário: o que podemos fazer para trazer soluções? Para aliviar a tensão? A escola tem até usado a bicicleta como meio de transporte para alcançar alunos que vivem em lugares mais afastados.

 

Nesse “novo” cenário de aulas remotas, vêm a proposta pedagógica da professora. Ela mostrou uma metonímia do trabalho que foi feito e pudemos ver vários tipos de produções: as que deram certo, e outras que nem tanto. O que chama a atenção é o que está nos bastidores do produto final de cada proposta. Não se trata de regras de gêneros de texto, mas de uma concepção de língua/linguagem, de ser humano, de ser humano no contexto de pandemia; de abordagem teórico-metodológica para o trabalho com os letramentos e assim por diante. Esse é o ponto central que está na base das produções.

 

Vale ressaltar a discussão desencadeada sobre que tipo de “texto”, suporte digital”, “rede social” usar. Refletimos que não se trata de escolher os que estão na “moda”; porque o que está na “moda” está posto por critérios não científicos. Os critérios da “moda” são de outra ordem e normalmente são de interesses econômicos. Temos que olhar para a natureza de cada suporte dentro do fluxo da comunicação e sempre a partir da crítica científica.

 

Por fim, também foi interessante reparar nos comentários avaliativos e nas perguntas realizadas pelos nossos supervisores, bolsistas e convidados. Quando a proposta é boa, o envolvimento é bom. Está aí um bom termômetro para nossas aulas.

 

quinta-feira, 7 de janeiro de 2021

quarta-feira, 2 de dezembro de 2020

Aula Magna - professora Verônica 25 nov

 

A participação da Professora Ma. Verônica Maria Silva dos Santos mostrou duas realidades importantes que podem contribuir para nosso trabalho no PIBID.

 

Uma primeira realidade aparece nas linhas e nas entrelinhas da  sua fala e mostram  o cenário crítico que, no geral, as escolas estão enfrentando ao se engajarem na modalidade remota de ensino: dificuldades de conexão e de acesso aos dispositivos adequados à modalidade remota (problemas de natureza socioeconômica dos alunos e professores); dificuldades dos alunos que vêm da zona rural; despreparo pedagógico, problemas de gestão, entre outros. A palestrante situa seu trabalho na escola em Coruripe dentro desse contexto de dificuldades. Ela, porém, nos apresenta uma segunda realidade. Nessa segunda, deparamo-nos com a atitude responsiva dela, como professora, e da escola, como instituição, comprometidos lidando com a situação nova da pandemia. Não são atitudes passivas; ao contrário: o que podemos fazer para trazer soluções? Para aliviar a tensão? A escola tem até usado a bicicleta como meio de transporte para alcançar alunos que vivem em lugares mais afastados.

 

Nesse “novo” cenário de aulas remotas, vêm a proposta pedagógica da professora. Ela mostrou uma metonímia do trabalho que foi feito e pudemos ver vários tipos de produções: as que deram certo, e outras que nem tanto. O que chama a atenção é o que está nos bastidores do produto final de cada proposta. Não se trata de regras de gêneros de texto, mas de uma concepção de língua/linguagem, de ser humano, de ser humano no contexto de pandemia; de abordagem teórico-metodológica para o trabalho com os letramentos e assim por diante. Esse é o ponto central que está na base das produções.

 


Vale ressaltar a discussão desencadeada sobre que tipo de “texto”, suporte digital”, “rede social” usar. Refletimos que não se trata de escolher os que estão na “moda”; porque o que está na “moda” está posto por critérios não científicos. Os critérios da “moda” são de outra ordem e normalmente são de interesses econômicos. Temos que olhar para a natureza de cada suporte dentro do fluxo da comunicação e sempre a partir da crítica científica.

Por fim, também foi interessante reparar nos comentários avaliativos e nas perguntas realizadas pelos nossos supervisores, bolsistas e convidados. Quando a proposta é boa, o envolvimento é bom. Está aí um bom termômetro para nossas aulas.

 Profa. Andréa da Silva Pereira e prof. Luiz Fernando Gomes

 

Diário reflexivo 1- Reunião com Supervisoras - 17 nov

 

Diário Reflexivo 1ª REUNIÃO com Supervisores

 

Primeira reunião de coordenadores e supervisoras do PIBID/UFAL Língua Portuguesa. 

 

Iniciamos a reunião nos apresentando e conversando sobre nossas vidas durante a pandemia. Foi um momento muito gostoso e importante, porque pudemos falar e ouvir de maneira mais informal sobre nossas dores e sobre as dores de quem conhecemos. Isso nos faz lembrar de que a educação, antes de mais nada, é para alunos, professores e demais envolvidos, enfim: seres humanos. Passamos para as apresentações do projeto PIBID e das escolas. O ponto central desse ponto girou em torno dos relatos das supervisoras sobre a realidade de suas escolas no novo contexto de pandemia. Os três relatos confirmam em maior ou menor medida o discurso recorrente em circulação sobre as experiências no ensino remoto na educação básica não só no Brasil como no mundo. Alguns dos maiores problemas: falta de conexão e dispositivos para os alunos e professores (muitos casos apontam para a realidade de um celular por família. Chama a atenção o esforço de alguns pais em ajudar os filhos a estudarem); falta de apoio pedagógico adequado ao corpo docente; evasão escolar mais acentuada; desorganização na gestão escolar, entre outros. Embora previsível, ficamos espantados em ouvir que alguns alunos aproveitaram o espaço vazio antes ocupado pelas aulas presenciais na escola para se engajaram no trabalho informal. Boaventura de Sousa Santos (2020) em A cruel pedagogia do vírus ––  obra  escrita pelo autor no formato e-book no momento em que o novo coronavírus fazia de alguns países da Europa Ocidental o epicentro do problema, ––  inicia suas reflexões propondo como debate a discussão sobre o sentido de normalidade das instituições em tempos de pandemia. 



Para Sousa Santos, a sociedade neoliberal, cada vez mais sujeita à lógica capitalista, já vive em um constante estado de crise e dessa instabilidade permanente tem justificado seus objetivos: “legitimar a escandalosa concentração de riqueza e boicotar medidas eficazes para impedir a iminente catástrofe ecológica.” (SOUSA-SANTOS, 2020, p.6). A situação de excepcionalidade provocada pelo vírus seria assim a anomalia sobre a anomalia.  A partir disso ficou então a pergunta-provocativa para nós coordenadores e supervisores: como era a situação escolar, nos seus vários aspectos, antes da pandemia? Será que a situação era assim tão melhor que a atual? Ou a “ilusão” de normalidade fechava nossos olhos para realidades críticas que já estavam ali? Terminamos nossa reunião com esse questionamento.

 Profa. Andréa da Silva Pereira e prof. Luiz Fernando Gomes

 

terça-feira, 1 de dezembro de 2020

 Boas- vindas

Olá, pessoal

Assim como vocês farão seus diários reflexivos semanais, nós também postaremos as nossas reflexões.

Vamos juntar todos os blogs no Blogão do Pibid 2020.


abs

Palestra profa. Magda Soares- 23 março- Alfabetização e Letramento

  Nós convidamos os pibidianos a participar, no dia 23 de março de 2021, de uma palestra da professora Magda Soares. A participação nessa pa...